Reflexão - Segundo Filho: Ter ou Não Ter?

Bom dia, pessoa amada.
Tudo bem com você? Espero que sim, que estejas feliz e com a vida em movimento.



Há algum tempo eu havia planejado ficar somente com a Luiza de filha, tinha tudo esquematizado na minha cabeça, manteria a mocinha o mais próxima dos primos para que os tivesse como a irmãos. A vida seguia numa boa, Lulu "feliz", mamãe feliz e papai triste. O maridão queria MUITO ter mais um filho.
Num belo dia, encontro a Lulu no quarto tristinha, pensativa... decidi perguntar "O que houve, filha? Você está tão tristinha..." A resposta veio com tom doce, mas triste. "Mamãe, você é tão feliz com teu mano, papai tão feliz com os manos dele e só eu não tenho irmãos." A frase entrou rasgando meus ouvidos. No fundo eu sabia que ela sonhava em ter um irmão. Sabia que ela queria viver isso no dia-dia dela... eu sabia.

Comecei a pensar seriamente no meu egoísmo, na minha decisão isolada. Não pensei nela e nem no Marcos, não pensei na necessidade dessa vivência neles. Ela tinha razão, eu era tão feliz tendo o meu irmão e meus cunhados, a minha filha não viveria isso por um egoísmo meu... minha estrutura caiu.

Orei, orei e orei. Senti Deus falando no meu coração que eu tinha de dar um irmão à Luiza. Amadureci a ideia no meu coração e resolvi tentar. Veio o Théo e essa parte da história vocês conhecem, né, mas a minha confirmação de que havia tomado a decisão certa foi no exato momento dessa foto abaixo. A Luiza conhecendo o irmão dela no hospital. Uma emoção gigantesca, chorou emocionada, não cabia dentro dela aquele sentimento, aquele senso de cuidado com o bebezinho tão pequeno que agora era dela, o tão sonhado IRMÃO dela.


As pessoas sempre perguntam "A Lu não tem ciúmes do maninho?", "Ela ajuda a cuidar dele?" coisas do tipo e eu respondo com toda sinceridade do meu coração. Ela tem momentos de ciúmes, tem carências de colinho e carinho, como sempre teve, mas tem um amor tão puro pelo irmãozinho, ajuda a cuidar dele com amor, deixa ele gatinhar pelo quarto dela sem brigar ou fazer alguma "maldade" de deixar coisas pequenas pra ele querer e ela tirar dele... ela simplesmente deixa coisas ao alcance dele que ele possa pegar e levar direto à boca, como de costume, hehehee



As vezes ouço as gargalhadas dos dois brincando juntos e tenho aquela sensação de paz inundando meu coração. Logo vem na minha mente "Graças a Deus eu tive esse filho!".




Que a tua nova semana seja cheia de paz!
Beijokas mil e até breve!



Comentários
2 Comentários

2 comentários:

  1. Nossa que texto lindo! Descreveu bem essa sensação de querer ter ou não um segundo filho, no meu caso eu queria e o marido estava satisfeito, mas ainda bem que ele também aceitou por minha causa e no meu caso tinha um menino e veio a minha menina que completou perfeitamente a família, 15 depois só gratidão. Com amor Eliane

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  2. Aique maravilha, adorei saber da história e da felicidade da filhota pelo irmãozinho
    Beijokas,
    DMulheresInstagramFanpage

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